ICMBio - Reserva Biológica do Tinguá
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Importância dos eventos de pesquisa em Unidades de Conservação.

Por que fazer um evento de pesquisa?


"Para dar conta dos desafios da conservação, vemos a necessidade de uma abordagem sistêmica e transdisciplinar, que traga respostas para as principais questões que desafiam a gestão e ajude ampliar nossa forma de enxergar os problemas e as situações conflitantes, ao mesmo tempo enriquecendo o olhar sobre as estratégias de conservação.

No caso das unidades de conservação, os seminários favorecem um debruçar coletivo e com múltiplos olhares e percepções sobre um mesmo território. Com o tempo, as demandas dos gestores, pesquisadores e dos frequentadores da unidade por informações podem resultar em pesquisas específicas e em relações mais diversificadas, abrangendo mais áreas do conhecimento, mas é preciso valorizar os fóruns e espaços de debate e compartilhamento, como os conselhos e seminários.

Esta convivência também favorece a elaboração de projetos de pesquisa mais claramente voltados a questões de manejo e conservação. Além de serem espaço de diálogo, os eventos promovem encontros que, muitas vezes, resultam em parcerias, novos projetos, cooperação interinstitucional.

Além da interação e da possibilidade de intercâmbios, outra vantagem da promoção de eventos de pesquisa é o conjunto de produtos que podem ser gerados. Dos encontros podem sair recomendações importantes para a gestão, demandas claras de novas pesquisas e documentos técnicos de suporte a decisões.

Também são um rico instrumento de divulgação e valorização da unidade, a partir do momento em que trazem mais conhecimento acerca de sua importância e singularidade e por promoverem um olhar curioso sobre o que acontece na região. As informações geradas podem embasar normativas e subsidiar a elaboração de pareceres técnicos e, sobretudo, embasar o planejamento estratégico da unidade."

Fonte: Manual “Como organizar seminários de pesquisa voltados à gestão de unidades de conservação”, ICMBio, 2017 disponível em: http://www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/manual_como_organizar_semin%C3%A1rios_de_pesquisa_-_06-10-2017_1.pdf

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LOCALIZAÇÃO: RIO DE JANEIRO - BRASIL

A Reserva Biológica do Tinguá está localizada no estado do Rio de Janeiro, a cerca de 60 km da capital. Seus 24 mil hectares estão distribuídos nos municípios de Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Miguel Pereira e Petrópolis. É um dos maiores fragmentos de mata atlântica contínua e preservada do país. A Rebio é considerada como de extrema importância biológica para a conservação da fauna, flora e recursos abióticos. Compõe uma das zonas núcleo da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA), além do Mosaico da Mata Atlântica Central-Fluminense e do Corredor de Biodiversidade da Serra do Mar, que é uma das áreas mais ricas em diversidade biológica da Mata Atlântica.

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